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Correio da Manhã

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Pelo menos 45 crianças morreram nos atentados no Sri Lanka

Ataque em igreja tirou a vida a 27 menores e deixou 10 feridos.
Francisco J. Gonçalves 24 de Abril de 2019 às 08:38
Expolosões no Sri Lanka
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Pelo menos 45 crianças e adolescentes, incluindo um bebé com 18 meses, morreram nos múltiplos atentados de domingo no Sri Lanka, segundo informação avançada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Um balanço que ainda pode aumentar.

Entre as vítimas mortais há cinco crianças estrangeiras. Outros 27 menores perderam a vida na igreja Katuwapitiya, em Negombo, a poucos quilómetros a norte da capital do país, Colombo, onde 10 crianças também ficaram feridas.

Segundo a Unicef, 20 crianças foram internadas num dos hospitais de Colombo, sendo que quatro estão nas unidades de Cuidados Intensivos.

"Condenamos esta violência nos termos mais duros possíveis. Nenhuma criança deve experimentar uma situação tão dolorosa nem deve haver pais que perderam os seus filhos em circunstâncias tão horríveis", lamentou Christophe Boulierac, um porta-voz da Unicef.

Na sequência do estado de emergência, declarado anteontem, as Forças Armadas patrulharam ontem as ruas da capital com ordens para deter e interrogar suspeitos sem necessidade de mandados judiciais. O recolher obrigatório mantém-se e as escolas do país continuam fechadas, devendo reabrir apenas na próxima segunda-feira.

O primeiro funeral coletivo de vítimas realizou-se ontem na igreja Katuwapitiya, em Negombo. Contudo, as cerimónias foram interrompidas — sem qualquer explicação das autoridades — quando apenas 16 serviços fúnebres estavam concluídos.

Cumpriram-se ainda três minutos de silêncio em memória das vítimas, às 8h30, a mesma hora a que começaram os ataques.

Corpos de jovens da Galiza serão transladados nos próximos dias
A transladação dos corpos dos dois jovens naturais de Pontecesures, na Galiza, Espanha, que perderam a vida num dos ataques a um hotel, deverá acontecer nos próximos dias.

María Vicente, de 32 anos, e Alberto Chaves, de 31, passavam férias no Sri Lanka. A mulher tinha ido visitar o companheiro. As autoridades espanholas estão a aguardar pelos certificados oficiais que serão emitidos pelas autoridades judiciais do Sri Lanka.

Alberto Chaves trabalhava numa empresa de peixe congelado na Índia. María Vicente era funcionária de uma empresa familiar ligada à venda de equipamentos para escritórios.
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