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Correio da Manhã

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Polícia procura mulher

A polícia espanhola está no encalço de uma mulher que terá colocado as bombas da ETA que, no domingo, levaram o pânico a Palma de Maiorca.
11 de Agosto de 2009 às 00:30
Quarta bomba explodiu no domingo, mas o restaurante estava fechado
Quarta bomba explodiu no domingo, mas o restaurante estava fechado FOTO: Montserrat Diez/Epa

O facto de todos os engenhos explosivos terem sido colocados em casas de banho de mulheres leva a polícia a acreditar que tenha sido uma etarra, fazendo-se passar por turista, a deixar as bombas. Além disso, um casal declarou ter visto uma mulher suspeita, com uma bolsa, a entrar num dos restaurantes atacados.

Entretanto, tudo indica que tenham sido quatro, e não três, as bombas que explodiram no domingo em Palma de Maiorca.

A quarta explosão ocorreu num restaurante fechado e, consequentemente, só ontem o dono se inteirou dos estragos. Inicialmente este julgou tratar-se de uma explosão de gás, mas a polícia afastou já essa hipótese e diz que tudo aponta para mais um ataque da ETA, já que a bomba terá sido deixada na casa de banho. O engenho terá sido colocado na sexta-feira, visto que o restaurante esteve encerrado no fim-de-semana.

Por outro lado, os investigadores equacionam a possibilidade de os terroristas da ETA terem fugido por mar antes da explosão das bombas.

Os ataques, recorde-se, ocorreram perto do local onde a família real espanhola está a passar férias, mas ontem o Palácio Real fez saber que não haverá qualquer mudança de planos.

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