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Portuguesa conta como Estocolmo vive terror após ataque

Flávia Santos conta ao CM que está impedida de sair do local de trabalho.

07 de abril de 2017 às 17:49

Após o ataque desta sexta-feira em Estocolmo, em que um camião de uma marca de cerveja foi roubado e usado para abalroar uma multidão na principal rua da cidade, as autoridades estabeleceram um perímetro de segurança e delimitou um cordão policial, pedindo aos trabalhadores e populares que evitem circular nas ruas do centro da capital. Os trabalhadores de empresas localizadas perto do local do ataque foram proibidos de sair do local de trabalho.

É este o caso de Flávia Santos, emigrante portuguesa em Estocolmo, que contou ao CM os momentos de horror e tensão vividos na capital sueca.

"Estou presa no trabalho", começa por explicar a jovem de 25 anos, auditora assistente na KPMG, empresa de consultadoria financeira. A KPMG opera precisamente em frente à estação central de Estocolmo, que foi encerrada após o ataque.

"As ruas estão completamente desertas. Todos foram aconselhados a ficar em casa ou no trabalho. Não estamos autorizados a sair nem a estabelecer qualquer tipo de comunicações, até que as autoridades digam o contrário", relata ao Correio da Manhã a jovem.

Flávia Santos está há cinco anos na Suécia a trabalhar. É natural do Seixal e foi mãe recentemente.

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