Barra Cofina

Correio da Manhã

Mundo
9

Portuguesa escapa a ataque na Beira

Observadora eleitoral Elisabete Hartman saiu ilesa de uma ação policial num comício
17 de Novembro de 2013 às 19:54
Reforço das forças da ordem
Reforço das forças da ordem FOTO: Andre Cauteira / EPA

A menos de uma semana das eleições locais de dia 20, dois observadores eleitorais, uma portuguesa e um angolano, escaparam ontem a uma carga policial e a confrontos, na Beira, entre a Frelimo e o Movimento Democrático de Moçambique, que fizeram 26 feridos.

Elisabete Azevedo-Hartman, representante do sul-africano Electoral Institute of Southern Africa (EISA), afirmou à Lusa que estava presente no recinto onde decorria um comício de Daviz Simango, líder do Movimento Democrático (MDM) e autarca da Beira, quando a polícia lançou gás lacrimogéneo.

Segundo testemunhas, a intervenção policial aconteceu depois de apoiantes do MDM se envolverem em confrontos com rivais da Frelimo. Em resposta ao ataque policial no bairro de Munhava, na Beira, a população invadiu a sede da Frelimo e incendiou o carro do secretário-geral do partido, Filipe Paunde.

Entretanto, em Quelimane, Manuel Araújo, candidato do MDM à reeleição para a chefia do município, entregou-se à polícia em resposta a um mandado de captura. Depois de libertado, voltou à esquadra com centenas de apoiantes para contestar a ação da polícia.

portuguesa Electoral Institute of Southern Africa ação policial comício ataque Beira Moçambique
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)