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Posse de Maduro alvo de críticas

Os EUA e dezenas de outros países condenaram o líder venezuelano por iniciar um segundo mandato após eleições fraudulentas.
Francisco J. Gonçalves 11 de Janeiro de 2019 às 09:02
Nicolás Maduro
Nicolás Maduro
Nicolás Maduro
Presidente Nicolás Maduro
Nicolás Maduro
Nicolás Maduro
Nicolás Maduro
Presidente Nicolás Maduro
Nicolás Maduro
Nicolás Maduro
Nicolás Maduro
Presidente Nicolás Maduro
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, prestou esta quinta-feira juramento para um segundo mandato de seis anos, numa cerimónia boicotada pelos EUA e por dezenas de outros países, entre eles Portugal, e condenada como um ato que coroa um usurpador após eleições marcadas pela fraude.

"Ergueu-se um Mundo novo que recusa ser controlado por ordens imperiais e hegemónicas de um só país e dos seus satélites", afirmou Maduro em tom de desafio, defendendo as credenciais democráticas da Venezuela.

"Só nos últimos 16 meses fizemos cinco eleições", afirmou, dizendo que todas foram ganhas pela revolução.

Antes do juramento de Maduro, o presidente do Supremo Tribunal, Maikel Moreno, passou 20 minutos a explicar o motivo de o presidente não tomar posse ante o Congresso, dominado desde 2016 pela oposição.

Recorde-se que Maduro retirou todos os poderes efetivos aos deputados, substituindo em 2017 o Congresso por uma Assembleia Constituinte que redigira uma nova Constituição.

A oposição classificou a cerimónia como o momento em que Maduro se torna, efetivamente, um ditador.
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