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Correio da Manhã

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PR venezuelano ameaça tomar medidas contra parlamento

Posição "constitucional e legal".
27 de Janeiro de 2016 às 15:12

O presidente da Venezuela responsabiliza a maioria parlamentar opositora
O presidente da Venezuela responsabiliza a maioria parlamentar opositora FOTO: Reuters

O presidente da Venezuela ameaçou esta quarta-feira que tomará medidas "constitucionais e legais" contra o parlamento (de maioria opositora),que na semana passada chumbou o decreto presidencial de emergência económica, por considerar que poderia agravar a crise no país.


"O que fez a Assembleia Nacional foi inconstitucional", considerou Nicolás Maduro, que se resrva o direito de agir "no campo da Constituição e da legalidade" contra a câmara.


O anúncio teve lugar no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, durante uma reunião com ministros, em que assinou um decreto criando o Sistema Centralizado Integrado e Estandardizado de Compras Públicas, que entrará em vigor a 1 de fevereiro.


Maduro afirmou que "o pior" que a Assembleia Nacional fez foi "negar, anular e impedir o Decreto de Emergência Económica" que pretendeu lançar "como Chefe de Estado para proteger o país, as missões (programas de atenção) sociais, o trabalho e o ingresso".


O presidente da Venezuela responsabilizou a maioria parlamentar opositora, principalmente os deputados José Guerra (economista) e Henry Ramos Allup (presidente do parlamento), pela não aprovação.


"De onde sai tanta mesquinhez, tanto egoísmo, tanta perversidade?", questionou.


Com 107 votos contra (da oposição) e 53 a favor, o parlamento venezuelano chumbou a 22 de janeiro o Decreto de Emergência Económica assinado pelo presidente Nicolás Maduro para enfrentar a crise económica no país.

Venezuela Assembleia Nacional Nicolás Maduro
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