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“Prémio é para as mulheres africanas em particular”

A liberiana Leymah Gbowee, que esta sexta-feira recebeu o prémio com mais duas premiadas, considerou que a distinção é “para as mulheres africanas”, num contacto telefónico a partir de Nova Iorque com a agência France Presse.
7 de Outubro de 2011 às 13:54
"É um Nobel para as mulheres africanas, é assim que o descrevo. É para as mulheres em geral, mas em particular para as mulheres em África", declarou
'É um Nobel para as mulheres africanas, é assim que o descrevo. É para as mulheres em geral, mas em particular para as mulheres em África', declarou FOTO: d.r.

"É um Nobel para as mulheres africanas, é assim que o descrevo. É para as mulheres em geral, mas em particular para as mulheres em África", declarou. 

Além da pacifista Leyman Gbowee, a Presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, e a jornalista e activista iemenita Tawakkul Karman ganharam o prémio Nobel da paz 2011.  

As três mulheres foram distinguidas “pela luta pacífica em defesa da segurança das mulheres e dos direitos das mulheres na participação total no trabalho de construção da paz”, segundo o Comité Nobel Norueguês.  

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