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Correio da Manhã

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Presidente sob fogo

O presidente norte-americano, Barack Obama, enfrenta uma chuva de críticas pela resposta tardia da sua administração à catástrofe ambiental causada pela explosão de uma plataforma petrolífera no Golfo do México. Obama desloca-se hoje às vastas regiões afectadas.
2 de Maio de 2010 às 00:30
Estão em curso esforços para diminuir os efeitos da maré negra
Estão em curso esforços para diminuir os efeitos da maré negra FOTO: Ann Heisenfelt/Epa

Numa altura em que chovem acusações a Obama, Rush Limbaugh, crítico implacável da extrema-direita, falou mesmo do ‘Katrina de Obama’, comparando a reacção tardia deste com a de George W. Bush, há cinco anos, na resposta aos efeitos do furacão. Aliás, a pergunta unânime numa reunião de pescadores realizada em Venice (Louisiana), onde a maré negra cobre grande parte da costa, é esta: "Por que tardou o governo federal dez dias a reagir desde a explosão da platafor-ma petrolífera?" Por outro lado, grupos ambientalistas acusam a administração Obama de "cumplicidade" com a BP.

Apesar das críticas – e com o mau tempo a frustrar os esforços para travar o avanço da mancha de petróleo, cuja área triplicou em relação às piores expectativas – Obama desloca-se hoje à zona afectada para avaliar a situação e as tentativas em curso para conter a catástrofe. Após o Louisiana e a Florida, também os estados do Alabama e Mississipi decretaram o estado de emergência.

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