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Correio da Manhã

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Procuradora do MP afastada do caso da morte de Marielle Franco

Carmen Eliza Carvalho defendeu inocência do presidente Bolsonaro.
Domingos Grilo Serrinha e correspondente no Brasil 3 de Novembro de 2019 às 10:05
Bolsonaro é suspeito de ter relações próximas com o autor do homicídio
Jair Bolsonaro
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Jair Bolsonaro
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Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro
A procuradora do Ministério Público Carmen Eliza Carvalho, uma das três investigadoras do assassínio da vereadora Marielle Franco, deixou o caso. Foi forçada a afastar-se após a repercussão negativa da revelação de que fez campanha por Jair Bolsonaro.

Carmen Eliza e as outras procuradoras defenderam na quinta-feira a inocência de Bolsonaro, que foi ligado aos suseitos pelo porteiro do condomínio onde vivia o presidente.

No mesmo condomínio vivia o sargento Ronnie Lessa, acusado pelo crime. Horas antes foi visitado pelo outro suspeito, Élcio Queiroz, cuja entrada o porteiro diz ter sido autorizada por Bolsonaro. As magistradas alegam que foi Ronnie a fazê-lo.

A versão das magistradas foi posta em causa e as dúvidas aumentaram quando o The Intercept revelou mensagens de Carmen em redes sociais elogiando Bolsonaro e uma foto dela a abraçar um aliado do presidente que partiu uma placa de rua com o nome de Marielle.
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