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Prostituta sente-se "priveligiada" por fazer sexo com cliente com deficiência

Casal partilha vídeos na rede social Tik Tok de forma a acabar com o estigma à volta do sexo e da deficiência. 
Correio da Manhã 27 de Outubro de 2021 às 21:56
Sexo
Sexo FOTO: Getty Images

Olive Pearl, de 30 anos, trabalha na indústria do sexo e sente-se atualmente uma "priveligiada".

Tudo porque tem um cliente com paralisia cerebral com quem partilha vídeos na rede social Tik Tok de forma a acabar com o estigma à volta do sexo e da deficiência. 

O objetivo passa por consciencializar as pessoas para o sexo com pessoas com deficiência. Gavin Thorneycroft, de 32 anos, utiliza um baloiço para os momentos mais íntimos que decorrem uma vez por semana.

Olive mudou-se da Alemanha para a Austrália onde começou a trabalhar na indústria do sexo com 18 anos. Perante a nova experiência, a mulher não tem dúvidas: "Gavin é um homem normal - com os mesmos desejos sexuais das outras pessoas", revelou, acrescentando que não o vê de maneira diferente de outro cliente.

Sobre o sexo em si, Olive assume que têm de ser "um pouco criativos" nas posições que escolhem e, acima de tudo, têm de ser confortáveis para Gavin. 

Apesar da dificuldade em encontrar alguém para o satisfazer, Gavin garante: "Fazer sexo faz-me sentir normal" e afirma que a 'companheira' é "muito respeitosa".

"Pessoas com deficiência não deveriam ter vergonha de fazer sexo e ser sexual - é totalmente normal", afirmou, citado pelo jornal Mirror.

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