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Próximo orçamento plurianual da UE domina sessão plenária dos eurodeputados

Na terça-feira, os eurodeputados debatem e votam a posição paras as negociações com os Estados-membros sobre o próximo Quadro Financeiro Plurianual.

25 de abril de 2026 às 07:37

O próximo orçamento plurianual da UE, de que a eurodeputada Carla Tavares (PS) é correlatora, é o tema dominante da agenda da sessão plenária do Parlamento Europeu (PE), de segunda a quinta-feira em Estrasburgo.

Na terça-feira, os eurodeputados debatem e votam a posição paras as negociações com os Estados-membros sobre o próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP 2028-2034).

No texto aprovado na Comissão dos Orçamentos do PE - de que Carla Tavares (PS) é correlatora e João Oliveira (PCP) relator-sombra -, é proposto um QFP de 1,78 biliões de euros (a preços constantes de 2025, 2,01 biliões de euros a preços correntes, ajustados pela inflação) para os próximos sete anos.

Segundo o PE, este valor representa um aumento nominal de 175,11 mil milhões de euros quando comparado com a proposta da Comissão feita em julho de 2025 (197,30 mil milhões de euros a preços correntes).

O conflito do Médio Oriente é outro tema importante da agenda da sessão plenária, com um debate agendado com a Comissão Europeia e o Conselho da UE sobre a evolução do conflito que ameaça a segurança global e causou a maior perturbação de sempre no mercado do petróleo, levando a escaladas nos preços da energia.

O debate vai decorrer depois da cimeira informal de Chipre (23 e 24 de abril) onde o problema foi abordado, bem como os desenvolvimentos da ajuda à Ucrânia, após a libertação do empréstimo de 90 mil milhões de euros a Kiev e a aprovação do 20.º pacote de sanções à Rússia pela agressão ao país vizinho.

Na terça-feira, os eurodeputados terão dois debates sobre a Ucrânia, estando o primeiro agendado para terça-feira à tarde, de uma resolução sobre a garantia de responsabilização e justiça pelos ataques da Rússia contra civis ucranianos, a votar na quinta-feira.

Num outro debate, também na terça-feira, os eurodeputados vão decidir se aplicam o procedimento de urgência a uma proposta para a adesão da UE à Convenção que cria a Comissão Internacional de Reclamações para a Ucrânia.

Na quarta-feira, o PE vai analisar "o perigo de normalizar as relações com a Rússia", incluindo no que diz respeito à participação de Moscovo em grandes eventos culturais e desportivos.

Um relatório sobre influenciadores financeiros, que propõe a adoção de normas mínimas para as comunicações financeiras nas redes sociais, da eurodeputada Lídia Pereira (PSD), vai estar em debate na segunda-feira, com votação marcada para quinta.

Também na segunda-feira, é debatido um relatório que propõe a definição comum de violação com base na falta de consentimento, a ser votado no dia seguinte.

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