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Rapaz droga colegas com fentanil nos EUA. Uma das jovens foi violada e morreu após três dias de internamento

Acusado enviou ainda fotografias da vítima de violação para amigos. Rapariga estava nua da cintura para baixo.

16 de outubro de 2026 às 11:46

Moises Freire, de 19 anos, foi acusado de ter drogado duas estudantes universitárias do Fashion Institute of Technology, em Manhattan, nos EUA, com fentanil e de ter violado uma delas no quarto da residência onde estavam alojadas. O crime sexual foi cometido depois de as duas alunas estarem inconscientes. A jovem vítima de violação foi transportada para o hospital e, a 21 de março, acabou por morrer, sem nunca ter recuperado a consciência.

Embora a acusação tenha sido recentemente divulgada pelo Ministério Público dos EUA, o crime remonta a 18 de março deste ano. De acordo com o processo, citado pelo New York Post, o rapaz garantiu às jovens que o que tinha na sua posse era cocaína. O consumo de fentanil foi feito apenas pelas duas alunas que acabaram por ficar inconscientes e sofreram uma intoxicação aguda. Uma delas foi violada por Moises Freire que chegou a enviar para amigos fotografias da vítima nua da cintura para baixo, assim como da outra rapariga que estava inconsciente

A mesma fonte refere ainda que o jovem só procurou ajuda junto da segurança do campus universitário 45 minutos depois do crime. Terá dito que as jovens estavam inconscientes porque tinham abusado do consumo de bebidas alcoólicas. As duas foram levadas para uma unidade hospitalar.

Moises Freire e o colega Brian Peralta Cabrera, que o ajudou a arranjar a droga, foram detidos em março passado. Permanecem sob custódia policial.

Freire é acusado de distribuição de substância controlada que resultou na morte e lesões corporais graves, assim como pela distribuição de substância controlada com a intenção de violar.

“Ao invés de procurar ajuda imediatamente, Freire violou primeiro a vítima incapacitada, que acabou por morrer, e depois mentiu para os socorristas. Essas ações são tão doentias e perversas quanto se possa imaginar”, frisou a comissária da polícia Jessica Tisch.

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