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Correio da Manhã

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"Se eu morresse hoje, morria feliz"

Caio Júnior disse frase profética quando se apurou para a final da Taça Sul-Americana. É uma das vítimas da tragédia.
M.M.R. 30 de Novembro de 2016 às 03:00
Caio Júnior representou três equipas portuguesas entre os anos de 1987  e 1995. Como treinador, conquistou um título, no Qatar
Jogou cinco épocas pelo V. Guimarães
Esteve dois anos no Estrela da Amadora
Em 1994 foi atleta do Belenenses
Caio Júnior representou três equipas portuguesas entre os anos de 1987  e 1995. Como treinador, conquistou um título, no Qatar
Jogou cinco épocas pelo V. Guimarães
Esteve dois anos no Estrela da Amadora
Em 1994 foi atleta do Belenenses
Caio Júnior representou três equipas portuguesas entre os anos de 1987  e 1995. Como treinador, conquistou um título, no Qatar
Jogou cinco épocas pelo V. Guimarães
Esteve dois anos no Estrela da Amadora
Em 1994 foi atleta do Belenenses
"Se eu morresse hoje, morreria feliz". Palavras do técnico da Chapecoense, Caio Júnior, umas das vítimas da tragédia, sem saber o que o destino lhe guardava.

Há uma semana, o treinador expressava a sua alegria por se qualificar para a final da Taça Sul-americana, depois de empatar com o San Lorenzo (Argentina) por 1-1, no conjunto das duas mãos, valendo o golo marcado fora na primeira mão das meias-finais.

Caio Júnior foi uma cara conhecida do futebol português. O brasileiro representou o Vitória de Guimarães entre 1987 e 1992, onde disputou 106 partidas e marcou 31 golos. Nas duas épocas seguintes foi jogador do Estrela da Amadora, apontando dois golos em 31 jogos.

A sua última época em Portugal foi ao serviço do Belenenses, em 1994/95, com dois golos em 13 encontros. Seguiu para o Brasil e acabou a carreira de jogador em 1999. Como treinador ganhou a Liga do Qatar, pelo Al-Gharafa, em 2009/10.
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