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Correio da Manhã

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Seita promete perturbar funeral

Num chocante aproveitamento da tragédia que abalou a cidade de Tucson, Arizona (EUA), uma seita religiosa tenciona perturbar, no sábado, o funeral de Christina Green, a menina de 9 anos que foi uma das seis vítimas mortais do ataque contra a congressista Gabrielle Giffords.
13 de Janeiro de 2011 às 00:30
A mãe de Christina (à dta.) numa vigília pelas vítimas do ataque contra a congressista Giffords
A mãe de Christina (à dta.) numa vigília pelas vítimas do ataque contra a congressista Giffords FOTO: Greg Bryan/Reuters

A Igreja Baptista de Westboro, sediada no Kansas, quer aproveitar a presença da imprensa para fazer eco das suas ideias extremistas, incluindo a denúncia do aborto, da homossexualidade e de outros grupos religiosos. "Deus odeia os católicos", pode ler-se num cartaz colocado na internet a convocar o protesto. Christina – nascida a 11 de Setembro de 2001 – era católica.

O Congresso do Arizona reuniu--se de urgência para aprovar uma lei impedindo os manifestantes de se aproximarem do local onde decorrerá o funeral, e os moradores mobilizaram-se para construir ‘asas de anjo’ para tapar o cortejo fúnebre.

Fontes não oficiais avançaram entretanto que o assassino de Tucson, Jared Lee Loughner, foi interpelado pela polícia horas antes de cometer o massacre, por ter passado o sinal vermelho de um semáforo. Loughner foi multado, interrogado e deixado em liberdade.

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