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Correio da Manhã

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Tese de assassinato não foi afastada

Os detectives que estão a investigar a morte da princesa Diana de Gales não afastam a possibilidade de ela ter sido assassinada. Isto porque, por mais que tenham tentado, não conseguiram até ao momento desmentir nenhuma das teorias da conspiração relacionadas com o acidente no Túnel da Alma, em Paris.
24 de Maio de 2005 às 00:00
Segundo o jornal ‘Daily Express’, que cita fontes ligadas à investigação, os responsáveis pelo inquérito estavam convencidos de que conseguiriam ‘despachar’ rapidamente as várias teorias da conspiração sobre a morte de Diana. O problema é que, quanto mais foram investigando, mais essas teorias se tornaram difíceis de desmontar. “No início eles estavam bastante cépticos quanto a essas teorias e pretendiam desmenti-las o mais rapidamente possível, mas com o decorrer da investigação começaram a levá-las mais a sério”, afirmou a fonte do ‘Daily Express’.
Uma dessas teses afirma, por exemplo, que o motorista do Mercedes em que seguiam Diana e Dodi al-Fayed era um agente do MI5 e do MI6. Em princípio, seria fácil aos investigadores desmentirem esta hipótese, mas depararam-se com sucessivos entraves levantados pelos serviços secretos britânicos. Os detectives também não conseguiram desmentir a alegada presença de um misterioso Fiat Uno branco no túnel nem as alegações de que o motorista terá sido encadeado por uma luz brilhante, que provocou o despiste.
As dúvidas da equipa de investigação levaram já ao adiamento das conclusões do inquérito, que deveria estar pronto no final do ano passado.
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