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Correio da Manhã

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Testes aos que estiveram com ex-espião

Detectives da unidade de contra-terrorismo da Polícia britânica que investigam a morte do ex-espião russo estão a examinar centenas de cassestes de vigilância dos locais públicos londrinos, onde Alexander Litvinenko esteve antes de ter adoecido, e a tentar encontrar todos quanto estiveram em contacto com a vítima, suspeita de ter sido envenenada com o isótopo radioactivo Polónio-210. Todos eles serão submetidos a testes médicos.
26 de Novembro de 2006 às 00:00
Alexander Litvinenko
Alexander Litvinenko FOTO: Epa
Responsáveis do Ministério do Interior aconselham mesmo a quem manteve contacto com o ex-espião a contactar o Serviço Nacional de Saúde, que activou um plano de emergência.
Ainda segundo fontes do governo, que exige o esclarecimento total do caso, vários locais onde esteve Litvinenko estão a ser considerados como hipotéticos cenários do crime, nomeadamente o hotel onde o expião esteve alojado e o restaurante onde jantou antes de cair doente, no passado dia 1. Locais, recorde-se, onde foram já detectados vestígios de Polónio-210, que foram também encontrados na urina da vítima.
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