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Tribunal brasileiro nega a Lula da Silva uso de diálogos interceptados como prova

Pedido dos advogados do ex-chefe de Estado foi rejeitado pelo juiz João Pedro Gebran Neto.
Lusa 4 de Setembro de 2019 às 01:57
Lula da Silva
Lula da Silva FOTO: EPA

Um tribunal brasileiro negou na terça-feira o pedido da defesa do ex-Presidente Lula da Silva, preso desde abril de 2018 por corrupção, para usar como prova diálogos intercetados ilegalmente entre os promotores que o acusam.

O pedido dos advogados do ex-chefe de Estado foi rejeitado pelo juiz João Pedro Gebran Neto, membro do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), um tribunal de segunda instância que analisa atualmente um recurso contra uma das duas condenações ditadas a Lula por corrupção.

Gebran Neto rejeitou o pedido de defesa do ex-governante para que fossem incluídas no processo, como provas, as conversas entre procuradores da Operação Lava Jato, na aplicação de mensagens Telegram, que um 'hacker' conseguiu intercetar ilegalmente, e que vêm sendo divulgadas pela imprensa desde junho passado.

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