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Correio da Manhã

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Trump alerta China para não usar violência

Líder dos EUA diz que não haverá acordo comercial se Pequim agir de forma desumana.
Francisco J. Gonçalves 16 de Agosto de 2019 às 08:52
Donald Trump e Xi Jinping
Donald Trump e Xi Jinping
O presidente norte-americano, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping
Donald Trump e Xi Jinping
Donald Trump e Xi Jinping
Donald Trump e Xi Jinping
O presidente norte-americano, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping
Donald Trump e Xi Jinping
Donald Trump e Xi Jinping
Donald Trump e Xi Jinping
O presidente norte-americano, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping
Donald Trump e Xi Jinping
Donald Trump fez esta quinta-feira as mais duras afirmações sobre a crise em Hong Kong desde que os protestos pró-democracia no território chinês começaram a tornar-se mais violentos, nas últimas semanas. Em mensagem dirigida à China, o presidente dos EUA ameaçou bloquear um acordo comercial bilateral se Pequim "não tratar Hong Kong de forma humana".

No Twitter, Trump propôs "um encontro pessoal" com o homólogo chinês, Xi Jinping, e acrescentou: "Tenho zero dúvidas de que se o presidente Xi quiser resolver de forma rápida e humana o problema de Hong Kong, pode fazê-lo".

As afirmações de Trump surgem um dia depois de serem divulgadas imagens de satélite que mostram veículos militares chineses estacionados num estádio de Shenzen, junto da fronteira com Hong Kong.
A China, recorde-se, tem repetido ameaças de intervenção musculada e nesta semana acusou os manifestantes de usarem táticas "terroristas".

A polícia de Hong Kong aumentou também a violência da repressão, atacando com bastonadas e granadas de gás os manifestantes que paralisaram o aeroporto do território por dois dias, cancelando mais de 300 voos.

Gibraltar recusa pressões dos EUA e liberta petroleiro
Apesar de um esforço de última hora dos EUA para travar a decisão, um tribunal do enclave britânico de Gibraltar libertou esta quinta-feira o petroleiro iraniano apresado no início de julho por alegada violação do embargo da venda de petróleo à Síria.

A interceção do navio criou tensões com o Irão, que retaliou apresando um petroleiro britânico. O Irão terá prometido agora que o petroleiro não levará a carga para a Síria.
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