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Correio da Manhã

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Trump chama senadores para reunião sobre a Coreia do Norte

Norte-coreanos ameaçaram "varrer Washington do mapa".
24 de Abril de 2017 às 17:36
O presidente dos EUA, Donald Trump
Donald Trump
Donald Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump
Donald Trump
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O presidente dos EUA, Donald Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump
Donald Trump
Donald Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mandou chamar todos os 100 senadores à Casa Branca  para uma reunião sobre a Coreia do Norte, no dia em que os norte-coreanos ameaçaram "varrer Washington do mapa".

Segundo a agência Reuters, este encontro está marcado para esta quarta-feira, 26 de Abril, às 15h00 locais (20h00 em Portugal Continental). Este "encontro raro" contará com a presença dos responsáveis militares, negócios estrangeiros e serviços de inteligência.

A Reuters adianta ainda que os 100 senadores foram chamados para uma reunião com os secretários de Estado e da Defesa (Rex Tillerson, e Jim Mattis, respectivamente), com o director nacional dos serviços de inteligência, Dan Coats, e com Joseph Dunford, general que lidera o grupo de conselheiros militares de Trump.

Um encontro semelhante estará a ser preparado com os membros da Câmara dos Representantes.

O Presidente chinês, Xi Jinping, apelou esta segunda-feira ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, para que exerça contensão, face à crescente tensão na península coreana, informou hoje a televisão oficial chinesa CCTV.

Xi falou com Trump por telefone sobre a situação na Coreia do Norte, num momento em que Washington tem endurecido o tom para com o regime de Kim Jong-un.

Segundo a agência oficial Xinhua, os líderes concordaram em manter os contactos através de diferentes canais, visando abordar questões que preocupem as duas potências.

Os Estados Unidos anunciaram o envio de um contingente de navios militares, liderado pelo porta-aviões "Carl Vinson", para águas próximas da península coreana.

Pyongyang considerou a decisão norte-americana uma provocação bélica e advertiu para o início de uma "guerra termonuclear", caso Washington continue com aquelas manobras.

Trump acusou repetidamente Pequim de não agir, face à insistência da Coreia do Norte em testar mísseis de médio e longo alcance e em desenvolver um programa nuclear.

O líder norte-americano disse já que os EUA estão prestes a agir, caso a China não consiga controlar o país.

A China continua a ser o principal aliado internacional e maior parceiro comercial de Pyongyang, mas as relações entre os dois aliados ideológicos, que combateram juntos na Guerra da Coreia (1950-53), também já não são o que eram.

Um recente artigo difundido pela agência oficial norte-coreana KCNA acusa Pequim de ceder às pressões de Washington, advertindo que a postura chinesa poderá ter "consequências catastróficas".

Em fevereiro passado, o ministério chinês do Comércio anunciou a suspensão total das importações de carvão oriundas da Coreia do Norte, contribuindo ainda mais para o afixamento do país.

A frota norte-americana encontra-se atualmente próximo das Filipinas, onde realiza exercícios militares conjuntos com o Japão.

Segundo a televisão estatal japonesa NHK, os navios de ambos os países deverão dirigir-se no final desta semana para o norte e aproximar-se da península coreana.

O ministério da Defesa da Coreia do Sul anunciou hoje que está a preparar manobras conjuntas com as forças navais norte-americanas.
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