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Trump volta a indignar-se com investigações sobre conluio com a Rússia

Presidente norte-americano partilhou a sua ira nas redes sociais.
Lusa 16 de Junho de 2017 às 16:32
Donald Trump
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O Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a indignar-se esta sexta-feira com as várias investigações sobre o caso russo, afirmando que não existir "qualquer prova" de conluio com a Rússia.

"Após sete meses de inquéritos e audições das comissões sobre o meu 'conluio com os russos', ninguém foi capaz de mostrar qualquer prova. Triste!", escreveu Trump na rede social de mensagens curtas Twitter.




O Presidente dos Estados Unidos também se congratulou pelo facto de poder "contornar" os "falsos 'media'" graças aos "muito poderosos 'media' sociais - mais de 100 milhões de pessoas", numa referência à sua utilização do Twitter.

Trump já tinha escrito uma série de 'tweets' irados na quinta-feira, após revelações do Washington Post de que o procurador especial Robert Mueller - nomeado pelo Departamento de Justiça para dirigir a investigação à alegada interferência da Rússia nas presidenciais norte-americanas de 2016 - está agora a investigar se o Presidente obstruiu a justiça.

No mês passado o Presidente norte-americano despediu James Comey, diretor do FBI, a polícia federal que investiga o envolvimento da Rússia na campanha para as presidenciais.

"Estou a ser investigado por despedir o diretor do FBI pelo homem que me disse para despedir o diretor do FBI! Caça às bruxas", escreveu Trump no Twitter.




A agência norte-americana Associated Press indica não ser claro se esta mensagem do Presidente tem por base o conhecimento direto de Trump de que está sob investigação ou as notícias que saíram sobre o assunto.

Enquanto o Presidente vai escrevendo mensagens no Twitter, o vice-presidente, Mike Pence, contratou um advogado pessoal para responder a quaisquer pedidos dos investigadores no caso das ligações à Rússia.

O gabinete de Pence confirmou que Richard Cullen, um ex-procurador geral da Virgínia, vai ajudar "a responder ao inquérito" de Mueller.
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