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Correio da Manhã

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UNITA acusada de agressão bárbara a subinspector

A polícia do Kwanza Norte, Angola, acusou elementos da UNITA de terem agredido “barbaramente” um subinspector da corporação, depois de um incidente com o líder do Galo Negro, Isaías Samakuva.
6 de Março de 2007 às 00:00
Isaías Samakuva
Isaías Samakuva FOTO: d.r.
A corporação adianta que o elemento da polícia terá sido atacado quando investigava a origem dos disparos que atingiram a sede da UNITA em Camabatela, numa altura em que Isaías Samakuva e a sua comitiva estavam no seu interior.
A UNITA, por sua vez, diz que o polícia se apresentou numa motorizada, sem uniforme e com uma pistola na mão, tendo a segurança de Isaías Samakuva reagido imediatamente para o imobilizar, entregando-o depois à polícia. A UNITA garante que o que houve na noite de sexta-feira em Camabatela foi um atentado contra Samakuva, numa das etapas da sua visita à província do Kwanza Norte.
ACTIVISTA BRITÂNICA
Entretanto, em Luanda, a equipa de defesa da activista britânica Sarah Wykes, acusada de espionagem, apresentou um recurso à Procuradoria-Geral da República de Angola a solicitar autorização para sair do país.
“Enviámos um recurso ao procurador-geral a pedir que autorize Sarah Wykes a deixar Angola”, confirmou Fernando Macedo, porta-voz da equipa de advogados.
Recorde-se que após ser detida a 18 de Fevereiro, em Cabinda, por espionagem, a activista viu a acusação ser transformada num crime contra a segurança do Estado, tendo ficado presa até ao dia 21. Foi libertada após pagar uma fiança de 1800 euros.
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