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Correio da Manhã

Mundo

Vigília pela paz na Venezuela junta 30 pessoas em Lisboa

Iniciativas semelhantes aconteceram em outras oitenta cidades espalhadas pelo mundo.
29 de Abril de 2017 às 22:46
Vigília pela paz na Venezuela junta 30 pessoas em Lisboa
Vigília pela paz na Venezuela junta 30 pessoas em Lisboa
Vigília pela paz na Venezuela junta 30 pessoas em Lisboa
Vigília pela paz na Venezuela junta 30 pessoas em Lisboa
Vigília pela paz na Venezuela junta 30 pessoas em Lisboa
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Vigília pela paz na Venezuela junta 30 pessoas em Lisboa
Vigília pela paz na Venezuela junta 30 pessoas em Lisboa
Vigília pela paz na Venezuela junta 30 pessoas em Lisboa
Cerca de trinta pessoas concentraram-se este sábado numa vigília junto ao consulado da Venezuela, em Lisboa, onde rezaram por uma mudança, um "25 de abril" no país, como afirmou à agência Lusa o venezuelano Christian Hohn.

Membro da associação Venexos, organizadora da vigília, Christian Hohn explicou que hoje ao início da noite aconteceram ainda iniciativas semelhantes no Porto, no Funchal e em outras oitenta cidades espalhadas pelo mundo.

"Continuaremos a sair à rua. Pedimos eleições, que o regime tenha a decência de sair, por todos os que estão a morrer", afirmou.

Com ramos de flores e velas acesas, as pessoas estiveram a rezar em nome da paz na Venezuela, algumas agasalhadas com bandeiras da Venezuela e com terços nas mãos.

"Estamos a fazer um apelo aos militares na Venezuela, para que devolvam a liberdade que precisamos. Pedimos o nosso 25 de abril, pedimos que os militares lutem pelo povo e não pelo regime, é o que nos parece correto", sublinhou Christian Hohn.

Na vigília estava Rosa Bento, portuguesa que viveu 17 anos emigrada na Venezuela e que regressou a Portugal há 26 anos.

"Quero a minha Venezuela de volta, porque não havia fome, não havia os problemas que há, embora houvesse muita delinquência. Agora a Venezuela está perdida neste momento", disse à agência Lusa.

A Venexos, organizadora da vigília, é uma associação de ajuda humanitária à Venezuela, da qual fazem parte luso-venezuelanos e venezuelanos que vivem em Portugal.

"Os relatos que temos são tristes, gente a ser brutalmente agredida", disse Christian Hohn, pouco esperançado que haja mudanças políticas no país nos próximos meses.

A Venexos está já a preparar uma concentração no dia 28 de maio em Aveiro. Na próxima semana, no dia 03, participa num debate sobre a Venezuela na Universidade Nova de Lisboa.

Na Venezuela, as manifestações a favor e contra o Governo intensificaram-se desde o começo de abril e já causaram pelo menos 28 mortos, 437 feridos e mais de 1.200 detidos.
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