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Sobretudo quando muitos portugueses ainda têm bem presente na memória os últimos meses da governação de António Guterres. Para já, tão ou mais preocupante do que isso, é que haver tantos ‘reincidentes’ prova uma de duas coisas graves: Há uma crise de nomes novos com perfil de competência para políticos, ou os velhos tubarões impedem novos valores de terem a sua oportunidade.

Miguel Martins, Subeditor de Sociedade

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Sócrates fez o seu Governo. Deu a dois independentes as pastas-chave da governação (Economia e Finanças), elegeu Freitas do Amaral como ministro dos Negócios Estrangeiros e foi buscar técnicos a Bruxelas e às empresas. Feitas as contas existem mais caras novas no Executivo, do que ‘herdeiros’ do guterrismo. Esses estão nas bancadas do Parlamento, e mesmo aí existem novidades.

Miguel Alexandre Ganhão, Editor de Economia

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