É mais do que uma inovação: é alta poesia destinada a famílias esquerdistas, um mercado ideológico que merece atenção. Não sei se a marca de tintas criará o ‘verde Pinochet’, o ‘vermelho Khmer’, o ‘verdete Mao’ ou o ‘castanho Mussolini’ ao lado do ‘vermelho Guevara’, mas a coisa pode pegar. Um dia alguém vai pedir a cor preferida de Hitler, que deve ser o cinzento, a mesma de Kim Il-Sung ou dos generais romenos. Não diremos que vamos pintar uma casa; estaremos a manchá-la.
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