É uma das mais sugestivas. Diz a ministra das Finanças que "a disciplina orçamental não é tão sexy como a despesa". Não se trata de folclore. É uma declaração de forte relevância política. Surge numa altura em que Passos e Portas falam já da descida de impostos – "a prazo".
Para a maioria, vem aí o tempo dos equilíbrios impossíveis. De um lado, é preciso insistir nos cortes de salários e na Função Pública. Do outro, é urgente espalhar a ilusão do "milagre económico", em benefício dos ciclos eleitorais. Saber como se equilibram estas realidades contraditórias num só discurso é a grande atração do congresso do PSD.
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