Ora um roto, em estado de seminudez, bem pode falar de cima ao nu, em estado de total nudismo. Lembrei-me disto quando me apeteceu dizer “diz o roto ao nu”, sobre a sobranceria da França para com os Estados Unidos na questão da integração das suas minorias. Se me apeteceu, apeteceu-me mal porque, sobre o assunto, a França não está rota, está nua. Tomara, diz-nos o noticiário destes dias, ela ver os seus imigrantes e os filhos deles, tão agarrados à bandeira azul-branca-vermelha quanto os recém-chegados à América logo ficam fãs da América.
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