Resumindo, o senhor não pertencia a uma instituição bancária que prometia mascarar as contas do Estado.
Também não meteu os pés pelas mãos sobre a sua participação numa reunião em que foi discutida a miraculosa promessa. Claro que a sua manifesta inabilidade política também não criou problemas acrescidos a um governo cuja ministra das Finanças está, ela própria, muito acossada pela crise dos swaps.
A podridão política é um facto mas, chegados ao tamanho disparate que foi todo este episódio, dá um jeitão.
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