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Já as recentes vacas lisboetas explodem em azuis-céu e hibiscos. Há uma com salada de frutas na alcatra. Outra tem, na perna, o leiteiro com braço que se alonga até às tetas – é um convite às sinergias que os associados da CAP deviam seguir.

Há a vaca-ciclista que arruma de vez com a imagem do porco a andar de bicicleta, de que falam os nossos cínicos. Da vaca-táxi aprecio o silêncio. Não diz: “Isto só vai lá com outro Salazar”.

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Enfim, só não gosto daquela que é de uma empresa de marketing e desapareceu. Isto é, fez marketing. Acho que as vacas têm direito a descansar.

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