Será entronizado na liderança do PS, mas isso pouco conta se não souber formar uma alternativa credível. E, para isso, não basta acreditar que tudo se joga na Europa.
Seguro precisa de provar que é capaz de lançar políticas de crescimento sólidas. Não basta dizer que a economia deve crescer. Isso é o óbvio que grita. Também precisa de provar que as suas soluções são capazes de atrair pessoas qualificadas e credíveis. Só com o atual estado-maior, Seguro não vai lá. E também não vai lá se não criar uma real unidade, isolando de forma inteligente os que veem na prédica televisiva dominical uma outra liderança.
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