Era impossível não o citar, ou esquecer a Companhia de Teatro de Almada (e, antes, a de Campolide) e o trabalho como encenador (Shakespeare acima de todos, como se esperava, da sua cultura e sensibilidade – e O’Neill, Albee, Brecht, Lorca, Molière, entre muitos).
Havia muito mais, e muito para lá das "artes do espectáculo"; havia a sua intuição de milagres, de leituras e de generosidade. Em 2011 cometeu um pequeno engano, ao dizer que "os encenadores nunca ficam na história, só os escritores, como Shakespeare" – porque o seu nome estará sempre no palco da nossa memória.
Coluna segundo as regras do Acordo Ortográfico
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt