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Em Aveiro, no julgamento do processo ‘Face Oculta’, a análise do perito financeiro da PJ, que também verificou as contas bancárias de Manuel Godinho e as transferências de milhares para vários envolvidos, faz-me recuar no tempo e recordar o caso de corrupção no futebol português.

Ouvi horas a fio falar dos milhares do sucateiro e da sua faceta benemérita, e cheguei a temer ouvir uma conversa idêntica. Do género: "Por este andar qualquer dia ainda vamos abrir um banco".

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