Por isso, os Presidentes das respetivas Ordens dos Médicos e outras personalidades publicaram uma carta aberta aos dirigentes políticos e às autoridades de Saúde da Europa em defesa dos direitos dos Doentes. Um texto publicado na ‘Lancet’, em 2011, já fazia a análise das dramáticas consequências do racionamento na Saúde dos Gregos.
O Direito à Saúde é um valor Ético que está consignado na Declaração Universal dos Direitos Humanos, na Constituição da República Portuguesa e no Livro Branco da Comissão Europeia.
Os signatários desta carta apelam às autoridades nacionais e internacionais para que defendam os Doentes e pugnem pela proteção e a promoção da saúde na governação nacional e europeia e para que atuem de modo a minimizar os já identificados efeitos da crise na Saúde.
A Saúde não tolera mais cortes.
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