O homem cumpriu na perfeição o seu papel com insinuações, suspeitas e histórias caricatas sobre fados e barracas. Mas não ficou a falar sozinho. Na sua peugada veio logo Edite Estrela, madrinha e amiga do senhor engenheiro relativo.
A senhora lembrou-se agora que há homens de bem e vem exigir transparência em nome de um conjunto de valores que deve ter lido em qualquer lado, à pressa e sem pensar um bocadinho que a lama ia cair, inteirinha, em cima dela e dos seus muitos afilhados socialistas. É a vida e a história do PS. Puxa-lhe sempre o pé para a chinela, para a calúnia, para a infâmia. Não há mesmo nada a fazer. Já chegámos à sarjeta.
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