Entre as falhas mais gritantes, está a espera por uma qualquer diligência judicial, horas a fio, sem qualquer explicação a advogados, arguidos, testemunhas, etc.
Enquanto não houver um número limitado de processos por juiz, todos compreendemos a marcação de várias diligências para a mesma hora, na expectativa de que, não podendo algumas ter lugar, se poder fazer um adequado aproveitamento do tempo.
Mas se o juiz chegar à hora – e não 45m depois –, e vir, logo, o que pode e não pode fazer, e a que horas, disso mandando, de imediato, informar as pessoas, acaba-se a espera; ou até à hora previsível da diligência, reorganiza-se a vida para o entretempo. Será assim tão difícil a pontualidade e o respeito pelo outro?
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