E um apoio merecido por uma equipa que, não brilhando ao ponto de deslumbrar, foi das mais consistentese merece estar na final. Confesso-me dividido. A Espanha armada pelo técnico Vicente Del Bosque é eficaz e determinada, qualidades excelentes mas insuficientes para me cativar. A Holanda, também nada encantatória, teve ao longo do Mundial da África do Sul uma vantagem emotiva: torcer por ela é preferir David contra Golias.
Talvez para ser do contra, hoje vou desejar uma vitória espanhola. O erro de 1640 já lá vai; a liga de Espanha é a mais excitante da Europa; os jogadores espanhóis estão entre os mais competitivos do mundo e Del Bosque merece o maior respeito.
Lembrem-se: foi ele quem meteu os ‘galácticos’ do Real Madrid na ordem, ganhando dois campeonatos, duas Ligas dos Campeões e uma Taça Intercontinental. Aquilo que se espera que José Mourinho repita.
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