Alguns falam em dinheiro que estava reservado para a compra de uma importante participação no BPN (e que com a nacionalização transitou para o banco público), outros dizem que foi dinheiro que veio de bancos suíços. Seja como for, o banco de Faria de Oliveira aceitou o dinheiro. Depois da morte de Kadhafi, o antigo Conselho Nacional de Transição começou a levantar, aos poucos, o dinheiro que tinha em Portugal. Reconhecidos pela ONU, os legítimos representantes da Líbia foram levantando milhão após milhão e, em abril, a CGD deixou de ter dinheiro líbio.
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