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Mas, além desse denominador comum, há outro factor transversal: os três sentiram grandes dificuldades nos respectivos jogos. Foram triunfos suados, discutidos, mínimos e até contestados. Mas foram triunfos. Veja-se o caso do Benfica: desde o dia 1 de Outubro – já se passaram desde então dois meses e meio – que as águias não sabem o que é ganhar por mais de um golinho de diferença em jogos da Liga. Na Madeira, isso voltou a acontecer, valendo para tal um golo de Cardozo perto do fim. Tivesse o resultado ficado a zero e hoje estaria o Tacuara a ser imolado, por conta de uma escandalosa perdida ainda na primeira parte do jogo. Mas para a história fica o triunfo das águias, que vão agora entrar num ciclo teoricamente menos complexo, com quatro jogos em casa nas seis próximas jornadas, estando cinco dos adversários nos últimos seis lugares da tabela. Tudo isto para dizer que as águias, que deixam para trás esta fase de ‘aperto’ empatadas no 1º lugar com o FC Porto, têm todas as condições para embalar no Campeonato até ao regresso da Liga dos Campeões, em Fevereiro. E também para fazer notar que, muitas vezes, a diferença entre o fracasso e o sucesso é uma linha muito fina. Tão ténue quanto a dissemelhança entre uma bola que bate mal no pé e sai, mesmo com a baliza escancarada, ou outra que vinda de um ressalto entra na baliza.

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