Os atos de contrição ajudam-nos tanto como chuva de água benta. O mal está feito.
"Bandalho", "estupor", "filho da mãe" – estou a citá-lo –, "mentiu-nos e deixou que nos mentissem". Os mais dedicados devotos da criatura veem na entrevista a marca da ‘Scienc Po’: Sócrates, leitor esforçado da inexistente ‘Metafísica dos Costumes’, dá uma lição sobre tudo o que aprendeu em Paris.
Parolos deslumbrados.
A entrevista nem sequer revela o animal feroz que atira telemóveis à cabeça dos assessores, mas um pequeno tirano de vaidade vingativa.
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