Reinava Dom Sebastião. Tudo isto resultado da dinâmica comercial e militar duma praça forte, amuralhada, aberta ao mar, palco das primeiras navegações em direcção ao desconhecido dos marinheiros da "Escola de Lagos" (veja-se J. M. Oliveira e Costa), capital dos descobrimentos sob a égide do Príncipe Henrique, the Navigator.
Aqui se ostenta, com orgulho, as marcas e memórias desses tempos de glória e poder, que a fez capital do Algarve até 1755. Para comemorar, em 2010, é capital da Cultura, reunindo no seu Centro Cultural cerca de 300 gestores culturais, nacionais e estrangeiros, na mesma lógica de criar escola(s), rasgar horizontes, semear o futuro, e, aprendendo com quem sabe, fazer sempre melhor.
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