Hoje em dia a maioria dos retratos são feitos com o prático e omnipresente telemóvel da mais recente geração, que também é relógio, mapa de estradas e tudo o mais.
Resultado: as fotos existem apenas nos telemóveis ou são partilhadas em sites como o Flickr ou o Facebook. As primeiras ficam reféns do acelerado ritmo de substituição de equipamentos – quantas memórias das nossas vidas se perdem quando um telemóvel vai para a lixeira? – e as segundas subsistem enquanto esses sites de partilha de imagens continuarem activos.
Temos fotos amarelecidas dos avós e bisavós e as cores berrantes da infância guardadas em álbuns fotográficos. Quantas teríamos se, em vez de as revelar em papel, as nossas famílias as pudessem armazenar em discos para grafonola ou aparelhagem?
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