Leonardo Ralha

Jornalista

Memórias para apagar

15 de maio de 2011 às 00:30
Partilhar

Hoje em dia a maioria dos retratos são feitos com o prático e omnipresente telemóvel da mais recente geração, que também é relógio, mapa de estradas e tudo o mais.

Resultado: as fotos existem apenas nos telemóveis ou são partilhadas em sites como o Flickr ou o Facebook. As primeiras ficam reféns do acelerado ritmo de substituição de equipamentos – quantas memórias das nossas vidas se perdem quando um telemóvel vai para a lixeira? – e as segundas subsistem enquanto esses sites de partilha de imagens continuarem activos.

Pub

Temos fotos amarelecidas dos avós e bisavós e as cores berrantes da infância guardadas em álbuns fotográficos. Quantas teríamos se, em vez de as revelar em papel, as nossas famílias as pudessem armazenar em discos para grafonola ou aparelhagem?

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar