Desesperado com mais uma investigação falhada e atrapalhada, puxou das pistolas, granadas de mão e metralhadoras e desatou a disparar em tudo o que mexe. Governo, Oposição, sindicato do Ministério Público, magistrados, comentadores e analistas. Nada escapa à fúria justiceira do homem escolhido pelo engenheiro relativo para ocupar um dos mais altos cargos da Justiça.
Todos têm culpa, todos são feios, todos são maus. O pobre desgraçado está para ali, sozinho, a lutar contra moinhos de vento. Pois é. Acontece que o seu mandato está a chegar ao fim e está tudo em ruínas. Razão teve Cavaco Silva quando o despachou de Belém num dia frio de Dezembro com um "adeus, não voltas cá mais".
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