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Normalmente, o Benfica, tendo legítimas saudades dos seus tempos de glória, deveria reflectir sobre as razões objectivas que puseram fim a esse estado de graça e, fazendo o tempo andar para trás, recolher essa sapiência perdida que é a única ferramenta com que pode fazer o tempo, enfim, andar para a frente. Mas não. O Benfica, menosprezando-se, parece que se sente feliz na prática incessante de fazer voltar a si jogadores e treinadores que passaram pela Luz, como se não conhecesse outros e como se a ‘casa’ subsistisse só de reencontros mais ou menos infelizes.

Assim que Quique começou a ser posto em causa, logo surgiu o imortal nome de Eriksson. Assim que, bem mais cedo do que o costume, se avançou com nomes de possíveis reforços para 2009/2010, logo a contratação do pequeno Miccoli voltou à baila. E, ainda que já tenha regressado há longos anos depois da sua experiência em Itália, começa a ser caricata esta novela corrente da renovação de Nuno Gomes, ora nas mãos de Rui Costa, ora nas mãos do presidente, como se tratasse do assunto mais ponderoso da redefinição do Benfica que há-de vir.

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O problema é que assim nunca há-de vir nada. Nada de novo, de diferente, se bem entendem.

JOGOS MENTAIS

Alex Ferguson ‘picou’ Cristiano Ronaldo antes do jogo no Porto e o português respondeu à altura. O mesmo já tentou Quique fazer com Reyes e com Balboa mas sem êxito. Os jogos mentais são os mesmos. O resto é que não.

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HELTON E HULK

Helton é uma velha discussão entre os adeptos do FC Porto e a ‘bomba’ de Cristiano Ronaldo não o ajudou a firmar os seus méritos de modo unânime. Hulk parece estar também em baixa. Já não é o ‘Incrível’. O que um jogo faz…

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