Alexandre Pais

O bulldog nunca larga

06 de abril de 2013 às 01:00
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Como se o que aconteceu a Santana e a Sócrates – que sobreviveram a sucessivos atentados à bomba graças a um poder de sedução indestrutível – não tivesse servido de lição, Relvas entrou a matar. A tentativa falhada de pôr um teto nas pensões, "sejam quais forem os descontos efetuados" (ops!...), ou a gorada privatização da RTP revelaram um homem perigosamente imparável.

Durou o tempo de lhe apanharem um ponto fraco e de mexerem na ferida sem parar. Apesar de bem melhor do que muitos burros diplomados que temos de suportar, Relvas foi para casa – ainda com o bulldog agarrado à perna. Pois eu, se mandasse numa estação de TV, contratava-o. E olhem que estou a falar a sério.

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