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Afinal, o longo artigo acabava bem, a dizer que, se fosse cozinhada, já não havia problema nenhum. Como nem eu, nem o eng.º Belmiro, nem os milhões de portugueses que há séculos comem boas alheiras as metem à boca sem as cozinhar, o estudo citado afinal não tinha importância.

Mas neste Mundo algo esquizofrénico em que vivemos, as notícias sobre comidas e os seus imensos perigos têm bom mercado. Vivemos numa cultura de medo, de aversão ao risco – a todos os riscos. Mas não há Mundo sem risco, nem alheiras sem alguma coisa que faça mal ao nível do colesterol, eventualmente. Ou, se há, não é a verdadeira alheira trasmontana que, pelo menos ao espírito, faz lindamente, asseguro-vos.

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