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Foram muitos anos – mas como se ele só tinha 41? – a vê-lo e a ouvi-lo crescer, inquieto, generoso, teimoso. Era um talento múltiplo, do jazz à canção, dos clássicos a todas as colaborações (Carlos do Carmo, Sérgio, Rui Veloso, Represas, Laginha e Burmester). Era um apaixonado da Fotografia. Era um mestre genuíno nos afectos. Era ainda um menino – o que ajudou a fazer dele um Homem que não se esquece. Até um dia destes.

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