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Clamar ‘Paz Sim, Guerra Não’ traduziu-se nos últimos meses por um não a Bush. A histeria anti-americana tornou normal comparar o presidente dos EUA com Hitler e avocar a al-Qaeda como quem é capaz de bater o pé à América. É um erro trágico. A paz só será paz com não à guerra e não ao terrorismo. E o problema nunca será o confronto de ideias e medidas de coacção em instâncias internacionais, mas sim a cultura da morte alimentada pelos Saddam, Bin Laden e sequazes.

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