Foi o Estado que nunca teve coragem política para corrigir claramente esse erro. Exigir agora mais intervenção estatal é pedir ao incendiário que apague o fogo que ele próprio ateou.
Gerou-se, ainda, uma confusão geral acerca dos edifícios vazios – o problema não é esse. A questão coloca--se nos que estão degradados e a ameaçar ruína. E o dever de os vistoriar é das autarquias. Será que o fizeram nos prédios incendiados?
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