Roger é um dos maiores investimentos do Benfica (7,5 milhões de euros) na direcção de Manuel Vilarinho, apenas superado por Simão Sabrosa. Dispensar um tão valioso activo da SAD sem o capitalizar, correndo ainda o risco de o ver fugir para um rival, cheira a ‘tiro no pé’. Além disso, a criatividade e o talento do brasileiro são argumentos inquestionáveis. Numa altura em que os níveis de rendimento de Zahovic ameaçam começar a descer, a sucessão do esloveno tem de ser acautelada. E Roger está ali tão perto.
Pedro Sequeira - Editor de Desporto
Roger é um jogador que encanta mas não tem provado o suficiente nem para ganhar metade daquilo que todos os meses custa ao Benfica. Hoje, não vale nem metade dos 7,5 milhões de euros que o clube pagou por ele vai para três anos. Estamos assim perante um nó difícil de desatar. Quem quer Roger a ganhar quase tanto quanto Deco passou a ganhar depois de provar ser dos melhores do Mundo? O FC Porto não estará certamente entre os candidatos a resolver este dilema: manter Roger é desautorizar Camacho. O Benfica tem que optar.
Octávio Ribeiro - Chefe de Redacção
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt