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Serralves é um bom exemplo. Na qualidade dos seus conteúdos. Na sua capacidade, quase inigualável, de atrair públicos. E na cooperação com o mundo empresarial – esta exposição é apoiada por um banco privado.

Há meses, na inauguração de um desmesurado favor governamental a Joe Berardo, no CCB, José Sócrates garantia que “Portugal ia passar a fazer parte do roteiro europeu de arte contemporânea”. Graças a Serralves e ao seu director, João Fernandes, quem gosta de arte já cá vem há muito. E sem obséquios pagos por todos nós.

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