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A destruição de Guernica, na Guerra Civil de Espanha, continua a estimular o independentismo basco, mesmo se já não há franquismo em Madrid. A deportação em 1944 de quase meio milhão de tchetchenos, ordenada por Estaline, com o argumento serem colaboradores dos nazis alemães, é ainda invocada quando, como está a acontecer na Ossétia do Norte, um bando de terrorristas cobra olho por olho em crianças inocentes os confrontos com os polícias e militares russos de Moscovo.

Perante os factos, não há que hesitar. O terrorismo só serve para agravar o que está eventualmente mal. O desenvolvimento social e a crescente imposição dos direitos de cidadania, mesmo em circunstâncias adversas, dá cada vez mais espaço à luta política pacífica e democrática. Não pode haver cumplicidade nem tolerância com a barbárie do terror,

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Assaltar uma escola e reter pela força das armas mais de 130 crianças como reféns é uma violência intolerável, seja qual for o motivo. As mãos já sujas de sangue dos terroristas condenam-nos. E o drama é que não se vê como um gesto de humanidade pode travar tanto terror e ódio.

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